
Notícia publicada em 11/01/2026 pelo O Globo chama atenção para os efeitos adversos do turismo intenso em praias brasileiras, em razão do uso desordenado do espaço público sem o devido planejamento urbano e ecológico.
Esses “paraísos turísticos” tendem a sofrer mutações ambientais quando o desenvolvimento econômico avança dissociado de critérios de sustentabilidade, produzindo poluição, degradação de ecossistemas e ameaças à saúde, em especial, o risco de surtos epidêmicos infecciosos desencadeados localmente se expandirem para outras regiões e países, acompanhando o intenso fluxo de turistas.
O monitoramento e as medidas cabíveis ante esses riscos epidêmicos exige mais que as ações do sistema de saúde, pois é indispensável contar com a adesão de diversas instâncias do poder público, das universidades, das organizações comunitárias e de entidades do setor privado (CenpreDelta).